quarta-feira, 22 de maio de 2013

A Mulher que buscava Deus em todos os lugares




Em certa cidade havia uma mulher que passava os dias tentando um encontro com Deus. E, em sua busca incessante orava, rezava, fazia promessas, visitava templos das mais diversas denominações religiosas. Porém, a solidão continuava sendo sua única companhia.
Certo dia essa jovem senhora ao chegar a seu trabalho foi chamada pelo seu patrão:
-Judith, nossa empresa está passando por alguns ajustes econômicos, e por isso temos de despedir alguns funcionários. E, infelizmente você está no meio desse grupo. Mas, não é nada pessoal.
A mulher tentou argumentar com o empresário, porém as palavras não saíram. Naquele instante sua reação foi apenas de ir embora, e recomeçou mais uma vez sua antiga rotina de vida.
Ao sair do prédio da empresa foi andando a pé pela rua andando devagar pela calçada, e em sentido contrário vinha um rapaz caminhando normalmente, e quando os se cruzaram aquele menino dirigiu-se para a senhora, e lhe fez uma pergunta direta:
- Senhora, que horas são?
A mulher apenas respondeu:
-Não sei, e nem me interessa.
E, como resposta aquele menino apenas lhe disse:
- Obrigado, senhora.
Ao chegar em casa sua irmã lhe perguntou:
-Judith, posso…
A resposta foi imediata, mesmo sem saber o conteúdo da pergunta:
-Não.
Os dias passavam e a busca por encontrar-se com Deus também. Empregando os mesmos métodos: visitas a templos de diversas denominações, orações, rezas, oferendas variadas com o objetivo de ficar mais perto de Deus. Mas, jamais obtinha resultado algum.
Certa noite, Judith pegou as chaves de seu carro e saiu sem dizer para onde iria.

Depois de rodar aproximadamente seis quilômetros Judith ao aproximar se de um cruzamento férreo colidiu violentamente com um trem cargueiro. Então, ao ser levada para o hospital a equipe médica concluiu que Judith havia perfurado o baço, perdido parte da perna esquerda, quatro costelas fraturadas, múltiplas fraturas pelo corpo, quatro dentes inferiores esmagados.
A cirurgia daquela senhora demorou cinco horas de árduo trabalho de uma equipe composta por vários especialistas incansáveis. Porém, depois de quatro dias de coma induzido Judith acordou, olhou para os lados e perguntou para a primeira enfermeira:
-O que houve?
A resposta foi imediata da enfermeira.
-Então, a senhora, não se lembra? O que aconteceu?
-Seu carro colidiu com um trem.
-Meu Deus!!!
-Onde estou?
-No hospital da nossa cidade, Sra. Judith.
Naquele instante entra repentinamente um garoto no quarto em que estava internada Judith, e dirigindo-se para seu leito lhe perguntou:
-Lembra-se de mim, senhora?
-Claro que não.
Então, o pequeno menino disse:
-Senhora, que horas são?
A mulher ao ouvir aquela pergunta lembrou-se do menino, e respondeu:
-Agora, não tenho mais certeza de nada. Por isso, prefiro dizer não sei.
Mas, o menino lhe lançou outra questão:
-A senhora pode me escutar agora?
A resposta da mulher mansa, e cautelosa:
-Sim.
O garoto, logo prosseguiu dizendo:
-Eu só quero falar de Deus para a senhora que diz procurar tanto por ele.
-Mas, quem é você, menino?
-Apenas um simples menino.

Naquele instante Judith observou que às vezes nós procuramos Deus ou achamos que seguimos o mesmo, mas de forma errada, pois não nos importamos com os canais usados por Deus para conversar com cada pessoa.
A mulher, então parou ouviu a mensagem daquele menino usado por Deus naquele hospital, e se converteu.

MORAL DA HISTÓRIA
O homem precisa escutar. Mesmo que isso seja apenas uma criança, pois quantas vezes por falta de termos atenção para com as coisas ou as pessoas perdemos grandes tesouros.
Judith precisou ficar em uma cama de hospital para, então ouvir a Palavra de Deus, pois antes as suas buscas por Deus não tinham resultado porque a forma de buscar o Senhor era errada. E, aquela senhora nunca deixava as pessoas falarem.


  Autor: Carlos Richards